sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

É quase 2009!

Nós andamos no nosso tempo que não é o tempo do tempo e por isso não temos tempo.

Por isso o tempo passa a correr.

Acabou o Natal e já é quase 2009.

O que vem aí? Mais crise económica, mais desemprego, mais dificuldades.

São tempos de perturbação e de incerteza que causam apreensão.

As expectativas do novo ano, sempre animadas, desta vez não são as melhores.

Mas os tempos de crise também são tempos de renovação, de mudança, de reconstrução.

As vidas precisam disso, de ser renovadas de vez em quando para serem vidas que merecem a pena ser vividas.

Olhe a sua vida e dê-lhe uma oportunidade de renovação.

São os meus votos para 2009!

 

Bem Hajam!

 

 

 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz Natal

É o mínimo que se pode desejar nesta quadra: Boas Festas e muita Paz.

Uma época de nascimento/renascimento, de tolerância, de amor desinteressado pelos outros. È só uma vez por ano e durante poucos dias, mas pode marcar a vida de alguém.

O Natal não é seu, é dos outros.

Faça acontecer Natal!!!

 

 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Salário Mínimo Nacional nos 450 euros!

Desde os 3.000$00 de 1975 aos 3.300$00 de 1976, o Salário Mínimo Nacional serviu para melhorar o poder aquisitivo de milhares de famílias portuguesas.

Foi hoje publicado em DR o novo valor para vigorar em 2009: 450 euros.

Se é verdade que hoje o SMN (ou RMMG-Remuneração Mensal Mínima Garantida) já não abrange tantos trabalhadores como outrora, é verdade também que a sua fixação continua a fazer sentido pela normalização mínima que estabelece e, essencialmente, pelo referencial que constitui para o crescimento salarial global e para a fixação de muitas outras prestações.

O valor do SMN (ou RMMG) influencia também fórmulas de cálculo diversas que o usam como referência.

No quadro actual é de louvar que o Governo não tenha cedido às muitas pressões e chantagens que visavam adiar esta medida.

Falta agora nivelar as pensões mínimas por este referencial. Para quando?

 

 

 

 

 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Até que Enfim!

Finalmente um Plano de incidência económica – embora tímida – para ajudar a superar a crise.

Algum apoio ás empresas, melhoria da ajuda aos desempregados, são sinais positivos.

Mas falta um verdadeiro Plano de Contingência capaz de dar aos cidadãos em risco de perderem os seus Postos de Trabalho o apoio e a confiança de que os bancos e os investidores – a para das grandes fortunas – beneficiaram.

A confiança, enquanto intangível determinante, funciona aos dois níveis. Investimento e Consumo.

Se as pessoas não merecem a garantia de que não vão sofrer excessivamente com a diminuição do seu poder aquisitivo, então quem merece?

 

Esperemos que venham aí mais medidas.

O recente Fórum da TSF sobre o assunto deu para perceber o sentimento de apreensão que grassa pelo País.

 

Vamos ter esperança que a tecnocracia não vença.

Precisamos de mais humanismo!

 

 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Futebol assim também é arte!

1,2,3,4,5 e 6!

Uma das maiores goleadas da história.

Assim dá gosto ver jogar futebol. Técnica, classe e entreajuda dão arte.

Depois do descalabro da semana passada a resposta aos descrentes.

Quique Flores y sus muchachos souberam reagir e afirmar-se.

 

Vamos ver se não se deslumbram!

 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Corte - La Corse

A neve já chegou aos Pequenos Alpes e atravessou o mediterrâneo até aos picos da Córsega.

A imagem foi obtida esta manhã.

 

Pace i saluti

 

 

 

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O actual PREC - Processo Recessivo Em Curso

A actual situação financeira da economia mundial -  e, por consequência, da economia portuguesa – configura, claramente, uma recessão. Não daquelas que, como a de 1983, se traduziu em racionamento de produtos básicos – pão, leite – e no pagamento do 13º. Mês em títulos do tesouro, mas uma recessão económica provocada pelos devaneios financeiros da chamada economia de casino.

No entanto, se atentarmos no facto de a maioria da população do planeta viver com um rendimento per capita diário inferior a um dólar, já não estamos a falar de uma mera recessão económica mas sim de uma crise muito mais profunda que abala os alicerces do próprio sistema económico mundial.

Isto porque, quem deveria ter dinheiro para comprar produtos, não tem e quem deveria ter capacidade de produzir bens e serviços não tem mercado e, por isso, não tem dinheiro.

Estamos, de facto, perante um enorme desafio de refundar o sistema económico, com regras distributivas diferentes, regras de gestão mais transparentes e controladas, sistemas comerciais e de trocas mais equitativos, melhores condições de trabalho e maior focalização nos fundamentos económicos.

Seremos capazes?

Ou a avareza dos accionistas e gestores – auxiliados pelos poderes públicos – vai continuar a dominar?

O PREC ainda não bateu no fundo.

Nem cá nem lá fora.

Esperemos pelos próximos dias!

 

 

Desemprego em Espanha - O valor mais alto desde 96

171 mil trabalhadores perderam o emprego só no mês passado

O número de desempregados em Espanha voltou a aumentar e atingiu quase três milhões, no passado mês de Novembro, o valor mais alto em 12 anos.

Ao todo, 171 mil trabalhadores perderam o emprego no mês passado, uma subida de 6% em relação a Outubro. O número total de desempregados em Espanha ascende agora aos 2,9 milhões.

Além disso, o desemprego aumentou em todos os sectores, com os serviços a registarem o maior aumento absoluto (mais 97 mil desempregados).

 

 

 

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Primeiras Imagens do Windows 7

Nome de Código Windows 7, é o novo sistema operativo da Microsoft que irá substituir o pouco utilizado Vista.

Estes são os primeiros “screenshots” que apareceram na Internet.

Gentileza da ZDNet Tech newsletter.

 

As diferenças maiores – como sempre – ocorrem ao nível subterrâneo (segurança). O interface gráfico é o do Vista com as melhorias que aparecem na imagem.

A evolução desde o Windows XP é notável.

 

 

 

Human!

Boas vindas ao novo projecto “HUMAN” do meu amigo António Venda.

É um projecto integrado – portal e revista mensal – que, pela qualidade dos intervenientes tem todas as condições para ser uma pedrada no charco na área da edição de revista temáticas em Portugal.

Votos de grande sucesso.

Ficamos à espera, com ansiedade, do primeiro número da revista já em Janeiro.

O Portal pode ser acedido em www.human.pt

 

 

 

 

terça-feira, 4 de novembro de 2008

PREC

Chegado de Angola no Sábado, eis que sou surpreendido pela primeira grande medida do novo PREC – Processo Recessivo Em Curso: a nacionalização do BPN.

Mas porque não a nacionalização da SLN detentora do capital do Banco? Para não afectar os accionistas? Ou o Estado nacionaliza somente para proteger os depósitos da Segurança Social e o recente empréstimo da CGD?

Os accionistas do BPN vão sair chamuscados de todo este processo, ou, mais uma vez, vamos assistir, em nome do interesse nacional e da tranquilidade dos mercados, a um silencio ensurdecedor?

Aceitam-se apostas para a segunda medida do PREC!

 

Será a nacionalização de outro Banco ou de uma Seguradora?

 

Os próximos dias são decisivos!!!

 

 

sábado, 25 de outubro de 2008

Um novo Livro

Uma abordagem diferente sobre a Gestão de Recursos Humanos actual! Edição de autor, contém Glossários de Competências, Gestão, Qualidade e Sistemas de Informação.

 

O Prefácio:

 

Este Manual Prático da Nova Gestão de Recursos Humanos – NGRH, é um guia para a compreensão dos fenómenos que nos dias de hoje afectam a Gestão de Pessoas nas empresas e organizações. Vivemos uma época de complexidade onde múltiplas variáveis mudam com grande rapidez levando consigo as velhas receitas e os velhos paradigmas.

Os gestores, os técnicos de recursos humanos, as chefias hierárquicas, encontram-se numa encruzilhada. Querem gerir bem as pessoas com quem trabalham mas faltam referenciais técnicos e modelos adequados.

E os modelos do passado não servem a realidade actual.

Nova Gestão de Recursos Humanos – NGRH, é um conceito paradoxal, pois, aos novos paradigmas de análise acrescenta as ferramentas técnicas necessárias para a implementação de sistemas de gestão de recursos humanos modernos e apropriados aos novos desafios dos mercados e dos negócios.

Esta edição de autor – a primeira sobre esta temática – destina-se sobretudo a apoiar acções de formação sobre a matéria, preenchendo uma lacuna desde à muito sentida por todos aqueles que se dedicam com paixão ao ensino da gestão dos recursos humanos.”

 

Disponível através de pedidos por email.

Boa leitura!

 

 

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Orçamento Geral do Estado 2009

Aí está!

Apesar de tudo, não se pode considerar um orçamento eleitoralista. Parabéns a quem resistiu à tentação!

Aspectos mais salientes: crescimento do PIB (embora tímido), crescimento de verbas para a Segurança Social (apoiar os desempregados que aí estão e que aí vêm), continuação da aposta nas obras públicas ( esta estratégia do betão deu maus resultados no passado e está a criar graves problemas em Espanha).

Não altera nada em termos de política económica, nomeadamente no que respeita à inflexão da política de distribuições de rendimentos. OS rendimentos do trabalho não podem continuar a perder terreno a favor dos rendimentos de capital.

Segundo a OCDE Portugal já é o país mais desigual da Europa na distribuição da riqueza! Devemos pensar nisto seriamente.

Não é com o aumento de apoios sociais e de prestações da Segurança Social que lá vamos.

É mesmo necessário alterar a política de distribuição de rendimentos.

2,9% para a Administração Pública – com o mais que provável arrastamento ao sector privado – é uma passo muito tímido.

E as isenções fiscais para a banca? Vão continuar?

A actual crise financeira já se está a transformar numa séria crise económica. E é a crise económica que afecta todos!

 

Vamos ver o que acontece nas próximas semanas!!!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Artigo publicado no Semanário "O Diabo"

O que espera do
OE/2009?
LUÍS BENTO — Espero que seja um
Orçamento de rigor. Apesar de ser um Orçamento
para o último ano da legislatura
impõe-se que assim seja. Deverá ser um
Orçamento de consolidação do esforço
de redução da despesa pública, de consolidação
do défice e, simultaneamente,
um Orçamento que, tendo em atenção a
conjuntura macroeconómica em que vai
ser apresentado, deverá conter medidas
de carácter social imprescindíveis para
aliviar as consequências da recessão
nos planos do emprego e do orçamento
das famílias mais desfavorecidas. Não
creio que o Governo cometa o dislate
de sucumbir ao desejo de votos. Apesar
de todas as críticas que emergem de
todos os quadrantes, este Governo já
demonstrou que não é fácil cair nessa
tentação. Todavia, o desafogo relativo
que se vive na Segurança Social pode
trazer algumas surpresas.
Só quatro ministérios — Administração
Interna, Saúde, Justiça e Segurança
Social — vão ter mais dinheiro
para gastar no Orçamento. Justifica-se
estes limites nestas áreas?
Sem dúvida. São os sectores mais
expostos à actual pressão social e aqueles
em que mais se justifica um acréscimo de
verbas. Não devemos esperar, todavia,
com excepção para a área da Segurança
Social já referida atrás, grandes acréscimos.
Importa lembrar que, os sectores
referidos, têm sido sujeitos a reorganizações
profundas – ainda não concluídas
– que, caso sejam interrompidas, provocarão
um retrocesso incontrolável. Acho
que o eventual decréscimo na redução
do défice provocado por estes aumentos,
é amplamente justificado.
Qual é a forma que o Governo tem
de contornar a quebra na receita?
A receita irá cair devido à recessão
económica — já chega de lhe chamar crise
— e à consequente diminuição na criação
de riqueza. Mas pode crescer através da
melhoria da eficiência fiscal onde ainda
existe uma larga margem de progressão.
Se a eficiência fiscal continuar a aumentar
irá provocar um acréscimo de receitas
que contrabalançará o decréscimo global
provocado pela diminuição da actividade
económica. Uma outra fonte de receita é
o aumento da dívida pública, pois ainda
existe uma margem muito razoável para a
fazer crescer caso exista liquidez suficiente
nos mercados internacionais. A actual
conjuntura pode justificar um crescimento
do endividamento do Estado para fazer
face, nomeadamente, aos custos sociais
— subsídios de desemprego, custos de
reestruturação, ajudas às famílias e às
micro-empresas.
O aumento dos impostos seria
uma dessas vias. Acha provável isso
acontecer, tendo em conta que as
eleições estão cada vez mais próximas,
ou podemos esperar o contrário, uma
redução da carga fiscal?
Não se justifica em Portugal qualquer
acréscimo da carga fiscal, pois esta já
atingiu patamares-limite. Justificar-se-ão
acertos nalguns impostos — principalmente
no sector financeiro da economia
— mas nunca nos impostos mais
importantes, IRS, IVA e IRC. Penso
que o Governo optará antes por propor
uma reengenharia nalguns escalões dos
diferentes impostos, adequando-os às
novas formas de tributação. Numa óptica
meramente económica, justificar-se-ia
uma baixa generalizada dos impostos
directos. Todavia, a óptica financeira,
desaconselha vivamente tal medida. E,
neste momento tão sensível, acho que a
óptica financeira prevalecerá.
Até que ponto o Governo não
cairá na tentação de elaborar um OE
eleitoralista?
Apesar de todas as críticas, desacertos
e explicações por vezes esfarrapadas
de algumas medidas, deverá ser feita
justiça a este Governo. Talvez seja o governo
da III República que mais resistiu, no
plano orçamental, a transformar benesses
em votos. Penso que irá continuar nesse
caminho pois, em ano de eleições, não vai
querer estragar uma imagem e uma prática
que tanta incompreensão tem gerado.
Acho que o Primeiro-Ministro não deixará
que os «lobbies» do aparelho partidário
ditem a política orçamental do Governo.
Se assim for, todos ganharemos.
A.C.
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Orçamento do Estado

Foi conhecido ontem – em linhas gerais - o orçamento do Estado para 2009.

No artigo seguinte podem ver os meus comentários antecipados e premonitórios – ou talvez não.

sábado, 27 de setembro de 2008

USA apoiam especuladores financeiros

O congresso norte-americano vai apoiar o sector financeiro em crise. Caso os apoio anunciados sejam libertados - cerca de 700 biliões de dólares - a dívida externa americana que já é a maior do mundo, vai crescer 14%.
Ou seja, vão ser os cidadãos americanos afectados pela crise que vão pagar o apoio aos especuladores.
Mais uma vez o "crime" compensa.

Será que os EUA ainda não entenderam a necessidade de se refundar o capitalismo e definir novas regras que impossibilitem a formação de activos financeiros que não assentem em valor real?

O que vai fazer a Europa? Emprestar dinheiro aos EUA?

Os próximos dias vão trazer-nos grandes surpresas!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

À Procura do Infinitamente Pequeno

A experiência que começou hoje a decorrer no CERN, em Genéve, tenta recriar as condições que ocorreram imediatamente a seguir ao BigBang.

Procuram-se novas partículas de matéria que já existem na teoria mas que nunca foram detectadas.

É a busca de respostas.

Vamos ver o que acontece. Provavelmente, mais dúvidas surgirão.

 

Luís Bento

Director-Geral

Rua Cidade de Cádis, 9 – 1º. Esq.            

1500-156 LISBOA

Tel: (+351) 217931710     Fax: (+351) 217931710

Móvel: (+351) 965072270

   neoclip.gest@sapo.pt

 

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Petição a favor do rastreio do cancro do útero

Assinem a petição  www.cervicalcancerpetition.eu para que o cancro do colo do útero venha a ser discutido no parlamento europeu, de modo a que os rastreios sejam uma realidade em todos os países, nomeadamente em Portugal, onde só existe na região centro.

É uma questão de cidadania.

 

 

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

FIM!

Às 17 horas de ontem, o coração parou.

Desistiu.

O sofrimento terminou!

 

 

sábado, 30 de agosto de 2008

FLOCK - o browser da Web 2.0

Já está disponível para download o novo Browser “FLOCK”, que contém uma versão “verde”, ou seja, onde se podem encontrar todas as informações relativas à protecção ambiental. É um browser muito rápido, seguro e que arruma a informação de forma atractiva.

Já se encontram no FLOCK muitas das inovações que a Microsoft pretende apresentar no IE8.0.

Uma semana de testes aconselham uma mudança total e definitiva.

Pode fazer o download aqui www.flock.com

Gostaria que deixassem os v/ comentários relativos à experiência de utilização.